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Nutrição no tratamento da disfunção erétil

A prevalência de disfunção erétil é de 49% no brasil , representando cerca de 25 milhões de pessoas, sendo que 11,3 milhões apresentam grau moderado a grave. A cada ano surgem 1 milhão de novos casos. Em 2025 a previsão é que tenhamos 322 milhões de casos.

Existem dois tipos de disfunção erétil:

1. A orgânica que normalmente acomete pacientes mais velhos ou que apresentam fatores de risco (hipertensão, diabetes, tabagismo e outros.

2. E a psicogênica que ocorre principalmente em pacientes mais jovens, tendo início súbito e geralmente está relacionada com a ansiedade.

A vasodilatação é o foco das medicações nesses casos, existem alguns nutrientes que agem positivamente para amenizar este distúrbio. A Suplementação com L-arginina promove grande resultado e quando associado com fontes de Pycnogenol, os resultados são ainda melhores.

Alimentos fontes de Arginina: iogurte, ovo, feijão, nozes, queijo , pão de trigo integral, uva-passa...

Uma planta, chamada PanaxGinseng, demonstrou em vários estudos resultados ótimos pelo seu poder antioxidante e efeitos vasodilatadores.

O Tribulusterrestris, outra planta, tem mostrado efeitos afrodisíacos por aumentar a produção dos hormônios envolvidos e desta forma reduz a incomoda disfunção.

É interessante ressaltar, ainda, que o diabetes e a hipertensão são dois dos principais fatores de risco que devem ser controlados para evitar a disfunção erétil, assim como a inflamação e o estresse oxidativo, fatores esses muito influenciados pela alimentação, apontando a nutrição como um fator importante no tratamento da disfunção erétil.

Geisa Patricia Reis

Nutricionista CRN 4351

Especialista em Obesidade e Emagrecimento

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